quarta-feira, 23 de maio de 2018

Está chegando o dia ......

Vem ai o ..... XXIII Congresso Brasileiro de Ufologia..

sexta-feira, 27 de abril de 2018

EUA e Europa querem trazer rochas de Marte para investigar histórico de vida.

Agências espaciais dos Estados Unidos e de países europeus estão se juntando para realizar uma missão que poderá trazer para a Terra amostras de pedras e do solo de Marte. A Agência Espacial Americana (Nasa) e a Agência Espacial Europeia (ESA) assinaram uma carta de intenções que pode levar à primeira viagem de ida e volta ao planeta vermelho.
O plano foi anunciado em uma reunião em Berlim, na Alemanha, onde foram debatidos objetivos e a viabilidade da missão, chamada de Mars Sample Return (MSR, ou Retorno de Amostras de Marte, em tradução livre).

A empreitada espacial poderá colocar os cientistas mais perto de respostas-chave sobre o passado de Marte. Entre as mais visadas está a questão sobre se, um dia, o planeta vermelho já abrigou vida. Cientistas comemoraram, na reunião, avanços já obtidos com a análise de meteoritos marcianos e o envio de veículos para o planeta vizinho, mas clamaram por um novo passo em que amostras de Marte poderiam ser trazidas para a Terra.

Isso poderia ser feito com a coleta do material no solo marciano, posterior armazenamento em cápsulas, que finalmente aterrissariam de forma segura na Terra. As amostras, então, poderiam passar por uma análise detalhada em laboratórios na Terra — usando instrumentos que são grandes demais ou consumiriam muito combustível para serem enviados para 55 milhões de quilômetros de distância.

— Queremos formar uma parceria com a ESA, mas também com outros parceiros. A todo momento, estaremos vendo o que está disponível no mercado comercial. A Nasa não tem interesse em desenvolver coisas que podem ser compradas — disse Thomas Zurbuchen, cientista associado à Nasa.

Dave Parker, diretor de exploração humana e robótica da ESA, comentou:

— É muito importante que cada missão enviada a Marte descubra algo minimamente incomum. Isso está na base do que tendemos a fazer nas próximas missões.

Uma missão da Nasa em 2020 deve abrir caminho para a missão Mars Sample Return, que pretende coletar as amostras a serem estudadas na Terra. Em 2020, robôs farão, como teste, perfurações na superfície do planeta vermelho e armazenarão o material. Um plano mais completo para trazer amostras do planeta vizinho precisaria de anos para ser desenvolvido.

Projetos anteriores consideraram o envio de robôs para a coleta do material. Este seria então transportado por um veículo que sairia da superfície marciana que, ao chegar à superfície da Terra, soltaria as amostras por meio de paraquedas. Caroline Smith, cientista do Museu de História Natural de Londres, participou do encontro.

— Eu diria que é uma renovação do processo. Vários estudos já apontaram que a única forma disso ser conquistado é por meio da cooperação internacional. Então, acho que essa é uma mensagem muito boa da Nasa e da ESA, que trabalharão juntas para materializar isso - a próxima fronteira na exploração do Sistema Solar". Falei com vários colegas que vibraram: "Uau, realmente vamos fazer isso!" — disse Caroline à BBC News.

Protegendo o planeta
Se a vida já existiu no planeta vermelho, provavelmente tinha uma natureza microscópica. Cientistas querem primeiro saber quais eram as condições ideais para a existência da vida e, caso elas tenham se configurado, se há evidências fossilizadas. Pesquisadores também querem saber se há, hoje, vida em Marte.

— Só seremos capazes de responder de forma conclusiva a essas perguntas trazendo as amostras para cá — explica Caroline.

Os altos níveis atuais de radiação cósmica na superfície de Marte - uma consequência de sua fina atmosfera - poderiam criar um ambiente hostil para qualquer organismo. Ainda assim, há maneiras pelas quais a vida ainda pode se fixar. A possibilidade de que os organismos vivam hoje no subsolo de Marte significa que a missão estaria sujeita a rígidas medidas de quarentena, uma espécie de "proteção planetária".

— Temos de ter cuidado para não contaminarmos Marte com material do nosso planeta. Também queremos ter a certeza de que não vamos contaminar acidentalmente as amostras que serão levadas à Terra. Se há algo perigoso em Marte, não queremos que isso entre na biosfera da Terra. Temos conhecimento em lidar com materiais perigosos, sejam eles biológicos ou nucleares — disse a cientista.

Zurbuchen acrescenta que essa missão de ida e volta poderá ser crucial também para uma eventual exploração de Marte por humanos — o que, segundo suas previsões, começará a ser pensado pela Nasa nos anos 2030.

A poeira na atmosfera e no solo também poderia ter um impacto importante. Se futuras bases para humanos no espaço dependerem de células solares, a poeira poderia bloquear a luz do sol - interrompendo a geração de energia.

Até mesmo dentro dos abrigos a poeira poderia ser um problema.

— Se a poeira está por toda a parte, e você tem pessoas vivendo e respirando em meio a ela, isso poderia ser danoso aos astronautas — questiona Caroline.

A sonda Trace Gas Orbiter (TGO), da ESA, está atualmente em solo marciano. Ela contribuirá em pesquisas sobre a vida no planeta ao estudar a distribuição atmosférica do gás metano - que pode ser produzido por organismos mas também pode ter origem em fontes não biológicas.

Além de rochas que podem ser relevantes para essa questão, rochas ígneas formadas pelo magma no interior de Marte são um alvo para a missão de coleta de amostras.

— Ao coletar rochas ígneas, poderemos entender a evolução geoquímica do planeta Marte. Ficaríamos sabendo quando as lavas estariam em erupção — explica Caroline Smith.

A análise, em Terra, dessas pedras, poderá traçar uma cronologia muito mais precisa do planeta vermelho. Hoje, este conhecimento tem como base valores elaborados a partir de estudos da Lua.

Em 2009, a Nasa e a ESA concordaram em colaborar na Iniciativa Conjunta de Exploração de Marte, que teria culminado na coleta de amostras em 2020. Mas, em 2011, a agencia americana cancelou sua participação em meio a um aperto orçamentário.

Fonte: Clicrbs / BBC Brasil

segunda-feira, 23 de abril de 2018

Esses telescópios gigantes vão mudar muito do que sabemos sobre o universo.

Muito se fala sobre os telescópios espaciais, como Hubble, Kepler e, daqui em diante, James Webb e TESS, lançados ao espaço para varrer o céu e proporcionar descobertas sem precedentes. Mas, aqui na Terra, existem diversos telescópios de grande porte que acabam não ganhando os holofotes tanto quanto seus parceiros espaciais.

No caso de telescópios, não vale aquela máxima do "menos é mais". Como a astronomia depende essencialmente do estudo da luz, quanto maior o telescópio, melhor. E está surgindo toda uma nova geração de telescópios gigantes que vão mudar muita coisa que sabemos (ou achamos que sabemos) sobre o universo.

O deserto do Atacama, no Chile, é um dos melhores lugares do planeta para se construir um telescópio gigante. Não somente pela grande área disponível no local, que, ainda por cima, fica a 2.400 metros de altitude (o que reduz a distorção das imagens causadas pela atmosfera), mas especialmente pelo fato de que, por lá, o céu noturno é extremamente limpo e, ainda, o deserto tem mais de 300 noites claras por ano.

Entre as missões que serão conduzidas em telescópios gigantes construídos recentemente, bem como naqueles que serão inaugurados em breve, estão coisas como detectar a matéria escura, capturar imagens de buracos negros supermassivos, e estudar exoplanetas. Em conjunto, eles formam uma espécie de exército de "olhos" voltados para o céu, somando forças ao trabalho dos telescópios espaciais.

Event Horizon Telescope (EHT)
Este é o telescópio que promete registrar a primeira fotografia de um buraco negro. Esses objetos espaciais não foram fotografados ainda, uma vez que sua intensa gravidade não deixa nada escapar dali de dentro (nem mesmo a luz). Então, como será possível fotografar um buraco negro?

Tudo acontecerá por meio da radioastronomia, que combina dados de diversos radiotelescópios ao redor do mundo. O EHT já foi capaz de observar raios-X e gamma a partir de unidades no Chile, Espanha, Estados Unidos, México e até mesmo no Polo Sul.

Esses telescópios, interconectados, criam um medidor de luz praticamente do tamanho da Terra, na esperança de detectar o chamado "horizonte de eventos" (limite de um buraco negro que determina a partir de onde nada pode escapar) de dois buracos negros supermassivos. Um deles é o Sagittarius A, localizado no centro da Via Láctea, e o outro se chama M87, em uma galáxia na Constelação de Virgem.

Caso tudo dê certo (o que devemos descobrir ainda em 2018), finalmente a comunidade científica terá provas visuais de que a teoria da relatividade geral de Albert Einstein está correta. Vale lembrar que a teoria prevê o horizonte de eventos, mas, até então, ainda não tivemos uma confirmação visual comprovando as ideias do gênio.

Large Synoptic Survey Telescope (LSST)
Situado no Chile, este telescópio conseguirá, por volta de 2022, detectar asteroides no espaço que tenham potencial para causar danos ao planeta Terra. Sua câmera poderosa é capaz de tirar 800 fotografias por noite, capturando seis comprimentos de onda, desde a ultravioleta até o infravermelho.

Cada uma dessas imagens será gigantesca, com 15 terabytes de dados sendo produzidos diariamente. Com tanta informação, os astrônomos conseguirão gerar um mapa detalhado de bilhões de galáxias, estrelas e objetos ao redor do Sistema Solar.

European Extremely Large Telescope (E-ELT)
Também no Chile, este telescópio ajudará o TESS em sua missão para descobrir e analisar exoplanetas. Mas, enquanto o telescópio espacial identifica bloqueios de luz em frente a estrelas (sugerindo que, ali, está passando um planeta), o E-ELT será capaz de fotografar esses planetas que orbitam outras estrelas que não sejam o nosso Sol.

Espera-se que as imagens geradas por este telescópio sejam 16 vezes mais detalhadas do que as belíssimas fotografias capturadas pelo Hubble - e isso pode acontecer já em 2024. O E-ELT também será usado para estudar as galáxias mais antigas, bem como para medir a taxa de aceleração do universo em expansão.

Giant Magellan Telescope (GMT)
A ser finalizado em 2023, este telescópio também fica no Chile. Ele será o telescópio óptico mais largo do mundo e, graças aos dados obtidos pelo TESS, o GMT conseguirá analisar a composição química dos exoplanetas descobertos. Conforme explicou Patrick McCarthy, vice-presidente de operações e relações externas do GMT, "quando um planeta passa em frente à sua estrela, um grande telescópio no solo, como o GMT, pode usar seu espectro para procurar por impressões digitais de moléculas na atmosfera planetária".

Fonte: Portal Terra/Canaltech

segunda-feira, 26 de março de 2018

XXIII Congresso Brasileiro de Ufologia

Vem ai : XXIII Congresso Brasileiro de Ufologia

sábado, 24 de fevereiro de 2018

Astrônomo amador argentino flagra detonação de supernova em tempo real.

Por um golpe de sorte daqueles que fazem os ganhadores da Mega-Sena parecerem pessoas comuns, um astrônomo amador argentino apontou seu telescópio para uma galáxia exatamente no mesmo momento em que uma estrela explodiu por lá como supernova. O achado permitiu a raríssima oportunidade de estudar os primeiros momentos da detonação e assim explorar os detalhes de como ela se dá.

Aconteceu em 20 de setembro de 2016. Víctor Buso, de Rosário, na Argentina, estava testando uma nova câmera acoplada a seu telescópio com abertura de 40 centímetros, apontando-a na direção de uma galáxia espiral barrada chamada NGC 613, a cerca de 80 milhões de anos-luz de distância. (Isso, na prática, quer dizer que estamos vendo agora a luz que chegou até nós após 80 milhões de anos de viagem, o que quer dizer que estamos testemunhando o passado dessa galáxia.)

Enquanto fazia suas imagens de calibração, Buso percebeu que um novo astro brilhante apareceu na galáxia entre as primeiras e últimas imagens, feitas ao longo de apenas uma hora e meia. Ele havia flagrado, numa sequência sensacional de imagens, o antes e o depois de uma supernova.

Supernovas são novas só no nome — tratam-se de explosões de estrelas moribundas, ou mesmo de cadáveres estelares — e foram assim chamadas porque apenas parecem ser novidades no céu, uma vez que eram muito menos brilhantes antes da explosão.

No caso em questão, Buso rapidamente acionou colegas profissionais e foi possível fazer um estudo detalhado da supernova, classificando-a como do tipo IIb. Explicando: os tipos têm a ver com a assinatura de luz que elas apresentam. Todas as do tipo II têm traços de hidrogênio. Se esses traços se mantêm, elas entram nos tipos P, L ou n. Se os traços de hidrogênio desaparecem depois de um tempo, tornando-as mais parecidas como uma supernova de tipo I, elas são classificadas como IIb.

Tudo isso é astronomiquês, claro. Resumindo a ópera em português, o que Buso registrou foi uma estrela de alta massa, mas que já havia perdido a maior parte de sua camada mais externa de hidrogênio (provavelmente roubada pela gravidade de uma estrela vizinha), explodindo após terminar de esgotar seu combustível nuclear interno. Pelas estimativas dos pesquisadores ao estudar detalhadamente a detonação e contrastá-la com modelos teóricos, a estrela que originou a SN 2016gkg nasceu com cerca de 20 vezes a massa do Sol, mas já havia emagrecido para cerca de 5 massas solares no momento de sua explosão.

Foi um enorme golpe de sorte, que permitiu que os astrônomos modelassem com precisão todas as etapas que envolvem a colossal explosão, inclusive a inicial, da qual não se tinha informação precisa para este tipo de supernova. De acordo com a astrônoma Melina Bersten, do Instituto de Astrofísica de La Plata, na Argentina, a chance aleatória de tropeçar com um evento desses em algo como 1 a 10 milhões ou talvez até 1 em 100 milhões. (Caso você queira comparar com a chance de acertar as seis dezenas da Mega-Sena, é 1 em 60 milhões.)

Os resultados da descoberta e os dois meses subsequentes de observação foram publicados na edição desta semana da revista “Nature”.

Fonte: UOL/Mensageiro Sideral

terça-feira, 30 de janeiro de 2018

Saiba como a NASA planeja retomar a exploração da Lua em 2019

Em dezembro do ano passado, o presidente Donald Trump autorizou a NASA a enviar uma nova missão à Lua, depois de décadas em que nosso satélite natural foi deixado de lado na exploração espacial. E a agência já vem testando rigorosamente a cápsula Orion, sendo que a missão pode ser lançada já no ano que vem.

Se tudo ocorrer dentro do planejado, a Orion servirá como base para a criação de futuras naves espaciais que levarão seres humanos para outros destinos no espaço, podendo ser usada, também, na missão que levará o homem à Marte.

Na década de 1970, quando a NASA lançou as missões Apollo em direção à Lua, a agência usou o ônibus espacial para o transporte, mas esse programa foi encerrado em 2011. Desde então, astronautas norte-americanos que são enviados à Estação Espacial Internacional contam com foguetes russos e de empresas privadas, como a SpaceX, por exemplo, e a Boeing também está desenvolvendo sua própria cápsula de transporte.

Mas, até que a Orion tenha sua construção finalizada, ainda não existe uma cápsula de transporte para levar astronautas à Lua. Ela contará com o foguete Space Launch System, que também está em fase de desenvolvimento e testes no momento, mesmo com seus altos custos de produção e atrasos no cronograma. Mas, quando finalizado, o foguete será mais poderoso do que os construídos pela concorrência, incluindo o Falcon Heavy da SpaceX.

A nave Orion foi projetada com um escudo térmico capaz de suportar temperaturas de até quase 3 mil graus Celsius. E, na hora de descer ao planeta Terra após a missão lunar, a cápsula lançará pára-quedas para amenizar sua reentrada. Os astronautas serão despejados o mar, e mergulhadores da Marinha dos EUA criarão uma plataforma flutuante para recuperar os astronautas na água. Então, um guincho puxará a Orion para o convés do navio, para que ela possa ser reutilizada.

Neste momento, a NASA testa os processos de recuperação da Orion, usando um modelo com mesmo tamanho, formato e peso para tal. Equipamentos de apoio ao solo, escudo térmico, sistemas de pára-quedas, hardware e software também estão sendo testados.

A primeira missão da Orion
Dezembro de 2019 é o mês em que está previsto o lançamento da Orion em sua primeira missão, chamada Exploration Mission 1. A cápsula voará pela Lua e retornará à Terra depois de três semanas. No futuro, a Orion pode ser usada para ajudar astronautas a construir uma nova Estação Espacial, chamada Deep Space Gateway.

Mas a Orion também pode ser usada na missão da NASA que explorará Marte mais a fundo, o que pode não acontecer até a década de 2030. Sendo assim, o sucesso da primeira missão da Orion na Lua é essencial para futuras missões espaciais da NASA, não contando apenas com empresas privadas para a produção de equipamentos.

E, uma vez que essa primeira missão da Orion não será tripulada, ela servirá como base de testes quanto aos limites da nave, garantindo, ainda, que seus sistemas de comunicação funcionem devidamente. No futuro, a NASA pretende criar um ambiente a vácuo com temperaturas extremamente frias, simulando o espaço, para novos testes, a fim de enviar uma missão tripulada usando a mesma nave.

Fonte: Portal Terra

SpaceX lançará seu primeiro Falcon Heavy no dia 6 de fevereiro

O tão aguardado voo inaugural do mais pesado foguete da SpaceX, o Falcon Heavy, agora tem uma data para acontecer: o próximo dia 6 de fevereiro. Elon Musk, o fundador e CEO da agência espacial privada, confirmou a data em coletiva de imprensa no último sábado (27/01).

O lançamento se dará a partir do histórico Launch Pad 39A, o mesmo usado para as missões Apollo da NASA e os voos do ônibus espacial, no Kennedy Space Center da agência americana em Cabo Canaveral, Flórida. 

O anúncio de Musk se deu três dias após o primeiro teste dos 27 motores do Falcon Heavy. Apesar de ter confirmado o dia 6 de fevereiro como data de lançamento, em todo caso há outra janela reservada a SpaceX no dia seguinte, segundo informações da SpaceNews.

Com 70 metros de altura e composto por três núcleos Falcon 9, o Falcon Heavy é o foguete mais poderoso desde o Saturn V da NASA. Ele também foi projetado para retornar à Terra após o lançamento. O veículo tem capacidade para lançar cargas de até 57 toneladas, o dobro do seu rival mais próximo, o Delta IV Heavy da United Launch Alliance.

Ground control to major Musk
Entretanto a primeira carga do Falcon Heavy não será uma missão de reabastecimento da Estação Espacial Internacional, tampouco colocar um satélite na órbita da Terra, como o Falcon 9 vinha fazendo. O primeiro voo do Heavy terá uma ambição, no mínimo, excêntrica, tendo em vista que levará o Tesla Roadster de Musk ao espaço. O também CEO da Tesla informou que, se bem-sucedido, o lançamento colocará eventualmente o carro na órbita elíptica de Marte.

Em dezembro do ano passado, Musk publicou em sua conta no Instagram imagens do Tesla alocado no Falcon Heavy e explicou que levar um carro para as dependências da órbita de Marte seria uma forma de driblar os testes inaugurais de foguetes que costumam ser entediantes.

"Um carro vermelho para o planeta vermelho. Os voos de teste de foguetes novos geralmente contêm simuladores de massa sob a forma de blocos de concreto ou aço. Isso pareceu extremamente chato. Claro, qualquer coisa chata é terrível, especialmente para empresas, então decidimos enviar algo incomum, algo que nos faz sentir. A carga útil será um Tesla Roadster original", escreveu. Musk também sugere no post que o carro entrará na órbita de Marte tocando Space Oddity, de David Bowie.

O bilionário, no entanto, tentou em outras ocasiões diminuir as expectativas para o primeiro voo do grande foguete, dizendo que existe uma chance justa de que o lançamento possa falhar.

"Há muito que pode dar errado", disse Musk no ano passado. "Eu incentivo as pessoas a descerem a Cabo para ver a primeira missão do Falcon Heavy, ela será excitante de qualquer forma", completou.

Fonte: IDGNOW